Inspirações, Papel machê por

Trabalhos dos leitores

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Esse é o Makson, leitor do blog, enfermeiro e artista nas horas vagas. Ele sempre acompanha as postagens e interage, seja fazendo perguntas, comentários ou me enviando fotos de suas esculturas. Segundo ele, começou a mexer com papel machê após conhecer meu trabalho, que se tornou uma de suas fontes de inspiração.

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Para fazer a Catrina (caveira mexicana), ele se inspirou nesse postNa foto abaixo, a Catrina sem o vestido e o xale: olha a perfeição da pintura dos ossinhos!

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Fernanda

Esse bonequinho personalizado/topo de bolo foi feito pela Fernanda, a minha web aluna, haha! Calma, eu explico: é um trocadilho para web professora, o modo carinhoso dela me chamar. Foi observando as fotos dos meus bonecos personalizados e uma boa dose de capricho e dedicação que a Fernanda fez esse presente incrível para o namorado. A decoração da mesa também foi feita por ela. Alguma dúvida de que ele amou?

Assim como o Makson, a Fernanda trabalha em outra área, tem uma rotina bastante puxada, mas nada que a impeça de fazer o que gosta nas horas vagas e dar asas à sua imaginação!

Espero que eles tenham te mostrado que é possível sim criar peças lindas usando o papel machê. A ideia aqui é mostrar que com esforço, determinação, capricho, amor e boa vontade, tudo é possível! E caso você tenha feito algum trabalho e queira me enviar a foto, ficarei muito feliz! Eu e os demais leitores queremos muito conhecer a sua arte :)

Não se esqueça que aqui no blog tem vários tutoriais para te ajudar. Ensinei a fazer a massa do papel machê aqui e aqui. Mostrei quais são as tintas e vernizes que uso aqui e ensinei a preparar sua própria tinta aqui.

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Estou muito orgulhosa desses dois artistas! Parabéns Makson e Fernanda!

Eu também espero receber mais fotos dos próximos trabalhos, viu?

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Laboratório de desenho por

Desenho cego – continuação

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Quase desisti de fazer esse exercício e postar o resultado. Trata-se de uma continuação do exercício anterior, o desenho cegoApós desenhar uma série de girafas sem olhar para a folha, eu deveria sobrepor cerca de três desenhos e montar uma composição coesa.

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Nos primeiros desenhos usei aquarela e giz pastel oleoso, mas o resultado ficou tão feio que achei melhor fazer outro. Reli o exercício e percebi que eu poderia adicionar linhas que não existiam originalmente para que a composição ficasse harmoniosa. Optei pela troca dos materiais e usei caneta nanquim e lápis de cor aquarelável.

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Fiz o desenho numa folha de sulfite e sobrepus as duas girafas, apesar de o exercício pedir a partir de três. Em seguida, fiz a pintura e adicionei algumas linhas imaginárias com a caneta nanquim. As girafas abaixo foram usadas como referência para fazer a sobreposição.

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Até agora esse foi o exercício que tive mais dificuldade. No entanto, após três tentativas e o estranhamento do processo, até que gostei do resultado. Achei que ficou leve, com movimento, quase que “girafas festivas” haha!

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E como disse a Ju Rabelo, com certeza esses exercícios irão influenciar de alguma forma o meu processo criativo com o papel machê. Assim que eu tiver uma ideia mais clara dessa influência, farei um post sobre isso.

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Papel machê por

O pequeno sorriso

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Um sorriso pode mudar seu dia. Qualquer sorriso. Do motorista do ônibus, da senhora varrendo a calçada ou da pessoa que te ama. É como uma corrente, impossível não sorrir de volta. E faz tão bem, o coração fica mais leve e percebemos que não precisamos reclamar tanto assim da vida. Ela é leve e doce, como o movimento inclinado que fazemos com os lábios.

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A Gabriela me enviou a foto de um cachorrinho sorrindo e perguntou se eu poderia transformá-lo numa escultura em papel machê. Fiz uma mistura de sentimentos e experiências com a identidade do meu trabalho e o resultado é esse: vontade de abraçá-lo junto ao peito e lá deixar.

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