Pessoal por

Diego

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Esse é o Diego, meu terceiro gatinho. Ele apareceu na minha vida inesperadamente, assim como a Frida e a Amélie. Dizem que os gatos nos escolhem. Acredito nisso e que existe o momento adequado para eles nos escolherem.

Depois da morte da Frida, fiquei oito meses sem ter coragem de adotar outro gatinho. Eu precisava de tempo para assimilar a ausência dela. Porém, notei a Amélie muito sozinha e triste, então decidimos adotar um gato em julho, para fazer companhia pra ela. Mas o destino, aquele sabido, mexeu seus palitinhos e não soube esperar o nosso prazo.

Em uma tarde ensolarada do dia 04 de junho eu estou no pátio da escola onde trabalho aguardando o sinal tocar. Estava silêncio quando ouço um miado longe, que aos poucos se aproxima. Viro o rosto e vejo uma coisinha preta e branca, desnorteada, magra e fraca, andando sem rumo. Era um gatinho. Corri e o peguei com a mão direita, sentindo suas costelinhas finas e o coraçãozinho assustado.

Tentei saber se ele era da caseira. Não era. Seus olhos estavam inchados e escorria uma secreção feia. Ele miava e estava com fome. Eu precisava entrar na sala de aula. Deixei ele no jardim e fui trabalhar. Na hora de ir embora, procurei-o pela escola inteira, mas ele não estava mais lá.

Naquela noite fez muito frio e eu acordava de madrugada pensando nele. Amanheceu e fui trabalhar. Chego na hora do recreio e assim que piso na escola, uma legião de alunos se aproxima de mim. O gatinho está nos braços de uma aluna, que o estende e me diz “Leva pra sua casa, professora!”

Preciso dizer o que aconteceu?

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O Diego estava com gripe e conjuntivite. Tomou antibiótico por duas semanas e pingamos colírio nos seus olhinhos. Ele recebeu muitos cuidados e amor. Depois de duas semanas, juntamos ele e a Amélie, que até então ficavam em ambientes separados. Eles se dão bem, brincam e dormem juntos de vez em quando. Às vezes as brincadeiras viram briga e preciso separá-los. Mas no fundo eles se amam, até demais.

Eu escolhi o nome dele (da Frida e Amélie também rsrs). Foi em homenagem à minha gata amada Frida, que tinha esse nome por causa da Frida Kahlo. A Frida (minha gata) tinha um gatinho de pelúcia que apelidei de Diego, por causa do Diego Rivera. Ela dormia todos os dias com o Diego. Quando ela morreu, eu não quis ficar com o Diego. Seria um aperto no coração cada vez que eu olhasse para ele. Sabendo disso, ela me mandou esse Dieguinho lindo. Quando olho pra ele, lembro dela e meu coração aquece.

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Ele é da mesma cor da Amélie e já estou confundindo os dois de vez em quando!

Enquanto eu viver, sempre terei gatos. Eles me dão equilíbrio e amor.

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Diversos, Pessoal por

Eu só acredito vendo

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Quando o papel machê entrou na minha vida como um hobby, senti que poderia transformar sonhos em realidade. Não no sentido prático de realizar um sonho, mas de materializar a imaginação. É uma atividade prazerosa, que me completa. Nela, encontro sentido nas coisas e me conforto. É meu mundo seguro e encantado.

Quando decidi divulgar e comercializar meu trabalho, sentia muita insegurança e desacreditava no meu potencial. Mas o tempo passou e, mesmo não muita certa do que estava fazendo, os caminhos escolhidos me mostraram que é possível subir mais um degrau. Acho que não acreditar em mim atrapalha, mas enquanto existir amor em cada passarinho, boneco, rei e rainha feitos pelas minhas mãos, a verdade me ajuda.

Reuni links de posts em blogs e mídias sociais que se interessaram pela minha história e meu trabalho. A cada novo convite e mensagens carinhosas que recebo das pessoas, eu penso: “Não dói acreditar.”

 Blog Aii que lindo (mini entrevista)

Blog Aii que lindo (No país da Alice)

Beta Decora

Elo7 (histórias legais)

Elo7 (lojista em destaque)

Tanlup (Eu tenho futuro)

Superziper

Meu pé de Caju

Blog Maria Filó

Follow the Colours

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Cachepô de papietagem – tutorial

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Já faz um tempinho, recebi um convite super especial da Andrea do Superziper para preparar um DIY de papel machê para o Dia das Mães. Fiquei pensando em algo que combinasse com a data e fosse rápido de fazer, mas que não tivesse uma aparência simples demais. Então cheguei nesse resultado: um cachepô de papietagem.

A papietagem é bem diferente da massa de papel machê (que eu ensino a fazer aqui). A técnica consiste em camadas de papel picados e colados um a um. Quanto mais camadas de papel você colar, mais resistente e firme ficará sua peça. No tutorial que está nesse post do Superziper dou várias dicas legais e o passo a passo está bem explicado.

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Ficou com vontade de fazer? Confira o tutorial, reúna todos os materiais e mãos à obra!

E se tiver qualquer dúvida, deixe sua pergunta aqui nos comentários que será um prazer te ajudar.

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